domingo, 5 de dezembro de 2010

Uma Historia no Trem

Todos os dias eu pego um trem lotado depois que saio do trabalho.
Nesse horário é difícil se mover depois de entrar no vagão.
Um monte de gente espremida, apertada num lugar quente que fica balançando.
De uns dias pra cá algumas meninas, que pareciam trabalhar juntas, começaram a pegar o trem sempre perto de mim.
Eu nem teria reparado isso se uma delas não insistisse em ficar na minha frente sempre.
Era uma loira linda, quase da minha altura com uma bunda grande que gostava de ficar se esfregando em mim e de algum jeito ninguém percebia.
Quando a porta do trem fechava ela começava a se mover devagar.
Às vezes ei até tentava apertar aquela bunda maravilhosa mas ela nunca deixava.
Hoje ela estava com uma saia justa e curta que modelava bem suas curvas, mais gostosa do que de costume.
Como sempre ela começou a se mover depois que as portas se fecharam, mas ela tava mais animada, rebolava com mais intensidade.
Todo aquele movimento me “ligou” mais rapido mas chamou um pouco a atenção.
Quando as amigas perguntaram por que ela estava se mexendo a ela disfarçou e disse que o telefone dela tava vibrando mas não conseguia pegar.
Pouco depois o trem parou na primeira estação e ela ficou sem se mover enquanto algumas pessoas forçavam passagem para descer.
O trem voltou a andar ela e as amigas voltaram a conversar mas ela voltou a esfregar seu corpo no meu.
Eu pensei que minha alegria ia acabar ali.
De repente comecei a sentir os dedos dela me massageando.
Primeiro devagar, como se procurassem pelo meu pau.
Depois o toque se tornou mais firme e mais rápido, me excitando cada vez mais, até eu ficar completamente duro.
Quando percebeu que eu já estava no ponto, abriu cuidadosamente meu zíper e enfiou a mão por dentro da minha calça para brincar com mais liberdade
Resolvi retribuir.
Enfiei minha mão por baixo da saia dela.
Senti aquela pele lisinha da coxa e fui subindo.
Apesar de ter meus movimentos limitados pela lotação do vagão, eu pude ir tranquilamente até o tesouro escondido sob suas roupas.
Ela parecia ter planejado aquele momento pois nem de calcinha estava.
Comecei a passar meus dedos nela bem devagas, da mesma forma que ela fez comigo.
Eu mal havia começado e já sentia meus dedos molhados.
Ficamos assim por pouco tempo porque a próxima estação estava perto e era onde ela costumava descer com as amigas.
Na hora que a porta abriu ela me segurou com força e se dispediu das amigas usando a mão que estava livre dizendo que tinha um compromisso.
Depois daquela parada, apesar de ainda ter muita gente no trem, já era possível se mover com mais liberdade.
Depois que a porta fechou ela se virou e perguntou se a próxima estação iria demorar a chegar.
Respondi que demoraria pelo menos 20 minutos por que tinha algumas reformas.
Depois de ouvir minha resposta ela voltou a dar as costas pra mim.
Ela parou de me masturbar.
Levantou um pouco a saia e começou a esfregar meu pau nela.
Ia para cima e para baixo, como se estivesse usando um pincel para espalhar os fluidos que nasciam de sua excitação.
Enquanto ela fazia isso eu me arrisquei a enfiar minha mão por baixo de sua camisa por que estava louco de vontade de apertar seus seios.
Quando eu senti que já estava tudo bem lubrificado apertei com mais força.
Ela entendeu o recado, empinou a bunda levemente e me deixou penetra-la.
Eu nunca vou esquecer o calor de seu corpo e a emoção do perigo daquele momento.
Ela começou a rebolar pra mim. Cada vez mais forte.
Eu também me movimentava para frente e para trás.
O trem deu uma parada por causa de problemas técnicos.
Eu aproveitei esse momento pra realizar mais um desejo.
Cheguei perto do ouvido dela e pedi pra comer o rabo dela.
Na hora ela atendeu meu pedido e me deixou entrar.
Apesar de eu ter sido muito gentil, ela não foi capaz de conter um doce gemido de prazer.
Ela tentou disfarçar mas a essa hora já haviam algumas pessoas filmando e fotografando nossa brincadeira.
Olhamos em volta e depois para nós.
Eu perguntei:
-Quer continuar com o show?
E ela respondeu que sim.
Levantou a saia como se não houvesse ninguém ao redor, agarrou os próprios seios por cima das minahs mãos e pediu para eu meter com mais força.
Fiz isso com todo prazer.
Antes do trem começar a se mover eu já sentia que ia gozar e falei isso pra ela.
No momento que ouviu isso ela se ajoelhou e começou a me chupar.
Ela estava com sede e queria que eu desse algo pra ela beber.
Não pude negar seu desejo.
Ela me chupava e me lambia com tanto gosto que em poucos minutos eu enchi a boca dela com meu caldo branco.
Ela sugou tudo mas, antes de engolir, fez questão de mostrar e posar para todos que tinham algum tipo de camera na mao.
Ela disse que desceria na próxima estação, escreveu algo num pedaço e ficou segurando até a porta abrir.
Quando eu tentei descer do trem ela me beijou, um beijou tão demorado que o alarme do trem começou a tocar.
Nesse momento ela me entregou o papel e saiu, a porta se fechou e enem fui capaz de ver ela indo embora porque aquela era a estação que mais pessoas saiam.
Olhei então o papel pensando que encontraria nele um telefone ou endereço mas tudo que estava escrito era:
“Até amanha, bjos"