domingo, 13 de fevereiro de 2011

A amiga da internet

Eu gosto de navegar pela internet.
Vejo coisas diferentes e converso com pessoas interessantes a todo o momento mesmo sem viajar.
Mesmo na internet, algumas pessoas na são mais interessantes do que outras e algumas vezes eu vou conhecer pessoalmente certas pessoas.
Dentre todas essas pessoas uma foi especial.
Uma garota que sempre falou comigo usando avatares e apelidos para esconder sua identidade.
Conversamos sobre diversos assuntos, mas as melhores conversas eram aquelas que aguçavam novo desejo.
Ela era um grande mistério pra mim.
Sempre que começava a me provocar com suas palavras picantes se descrevia de uma forma diferente.
Um dia convenci ela a me encontrar, ela aceitou, mas com uma condição, teria que ser do jeito dela.
Eu não entendi bem o que ela quis dizer, mas aceitei.
Ela pediu um endereço de um correio próximo e minhas medidas de roupas e dois dias depois pediu para ir buscar um pacote que ela me enviou.
A encomenda tinha um tipo de fantasia e um convite VIP para uma festa.
A festa era numa casa de swing onde estava ocorrendo um evento especial, uma festa temática.
Era um baile de máscaras no estilo europeu clássico.
Isso explicou minha fantasia, mas, como eu iria achá-la?
Comecei a andar entre os casais, confesso que estava me divertindo muito como espectador e tinha uma grande vontade de aceitar alguns convites, mas meu objetivo era outro.
Depois de um tempo andando senti uma pessoa me abraçando por trás.
Apesar das roupas que eu ainda estava, senti volumosos seios sendo pressionados nas minhas costas, mãos macias tocando meu corpo e um delicioso perfume cujo odor não fui capaz de identificar.
Pensei em dispensa - lá como fiz com as outras, mas não o fiz.
Ela me levou a uma sala reservada e começou a me beijar delicadamente.
Que boca deliciosa.
Começou beijando minha boca e foi descendo vagarosamente enquanto retirava minha roupa.
Ela me deixava sem ação, impedia meus movimentos sempre que eu tentava fazer alguma coisa fora do que ela desejava.
Quando terminou de tirar minhas roupas ela subiu em cima de mim, prendeu meus braços com as pernas dela e começou a se despir.
Que corpo lindo, perfeito e sedutor.
A única peça de roupa que ficou vestindo aquela obra de arte em forma de mulher, foi a máscara.
Ela gostava de provocar, mantendo meus braços presos, fez uma dança provocante.
Ela rebolava e acariciava o próprio corpo.
Enquanto a mão direita acariciava e apertava seus volumosos seios ela passava a mão esquerda nos cabelos demonstrando todo o excitação que sentia.
Eu já estava explodindo de tesão, apesar de estar gostando de ver aquilo a vontade de participar mais ativamente me consumiu.
Eu a levantei com a força dos meus braços e inverti a posição que estávamos. Agora eu estava por cima e no controle.
Comecei com a mesma regra do jogo dela e não deixei que ela movimentasse os braços.
Beijei aquela boca carnuda com gosto, o sabor daqueles lábios jamais sairá da minha memória.
Mas não era a boca meu maior interesse, eu estava louco por aqueles seios.
Macios e firmes, do jeito que eu gosto.
Depois de um ou dois beijos eu pensei em me satisfazer, mas resolvi brincar e provocar também.
Comecei a esfregar meu corpo no dela, enquanto ela gostava de provocar se mostrando, eu gosto de provocar com contato.
Primeiro eu comecei a lamber os bicos dos seios e dar umas leves mordidinhas, estavam já durinhos fazer isso já causou algumas contorções.
Comecei então a esfregar meu pau em sua preciosidade maior, ela já estava tão molhada que parecia uma piscina de desejo.
Não me contive por muito tempo e mergulhei naquele corpo.
Movimentos vagarosos, para ela sentir toda a extensão do brinquedo que ela provocou.
Aos poucos fui aumentando a velocidade e a força daquela foda.
Ela não dizia nenhuma palavra, mas não segurava os gritos e gemidos de tesão.
Resolvi soltar os braços dela, para apertar seu corpo contra o meu.
Acho que a idéia foi boa por que ela fez o mesmo, mas as unhas dela me arranhavam com tanta força tive a impressão de que estavam entrando na minha pele, mas naquele momento dor nenhuma me incomodava.
Com um toque ela me pediu pra levantar.
Ela queria sentir o próprio gosto que meu corpo e, assim que fiquei de pé ela começou a me chupar.
Caiu de boca, foi até o fim e voltou para lamber a cabeça enquanto me masturbava com uma mão e massageava meu saco com a outra.
Eu me sentia no paraíso com tanto prazer.
Ela me lambia com a boca molhada, quando viu que já tinha me encharcado o suficiente, ficou de quatro e levantou a bunda me convidando.
Aceitei o convite sem pensar duas vezes e meti com força naquele rabo.
Ela gritou bem alto, mas não queria que eu parasse.
Rebolava tanto que eu nem precisava me mover, mas não me contive em dar uns tapas naquela bunda gostosa e vai levar um tempo até que a marca da minha mão saia dela.
Quando pareceu cansada ela parou um pouco e me colocou sentado, para poder cavalgar em mim.
Ela ainda tinha bastante energia.
Pulava e requebrava como se não houvesse amanhã.
A essa altura eu já não estava em exausto e próximo de ter um orgasmo.
Gozamos juntos com todo prazer, mas ela ainda queria um pouco mais.
Começou a me chupar de novo até não restar nenhuma gotinha do meu desejo em forma de líquido.
Ficamos ali deitados, juntos, em silêncio.
Até o fim ela não quis dizer nada e não me deixou falar nada.
Cochilei por alguns minutos, talvez meia hora ou menos.
Mas quando acordei estava sozinho e apenas a máscara da fantasia dela ficou do meu lado.
No dia seguinte recebi um email da minha amiga virtual.
Lá, em anexo, estava a foto da máscara que usada por toda a noite, com a marca da minha mão naquele corpo lindo.
A mensagem do email dizia:
“Espero que tenha se divertido tanto quanto eu.
Temos que nos encontrar mais vezes.
Um beijo da sua bonequinha.”


domingo, 5 de dezembro de 2010

Uma Historia no Trem

Todos os dias eu pego um trem lotado depois que saio do trabalho.
Nesse horário é difícil se mover depois de entrar no vagão.
Um monte de gente espremida, apertada num lugar quente que fica balançando.
De uns dias pra cá algumas meninas, que pareciam trabalhar juntas, começaram a pegar o trem sempre perto de mim.
Eu nem teria reparado isso se uma delas não insistisse em ficar na minha frente sempre.
Era uma loira linda, quase da minha altura com uma bunda grande que gostava de ficar se esfregando em mim e de algum jeito ninguém percebia.
Quando a porta do trem fechava ela começava a se mover devagar.
Às vezes ei até tentava apertar aquela bunda maravilhosa mas ela nunca deixava.
Hoje ela estava com uma saia justa e curta que modelava bem suas curvas, mais gostosa do que de costume.
Como sempre ela começou a se mover depois que as portas se fecharam, mas ela tava mais animada, rebolava com mais intensidade.
Todo aquele movimento me “ligou” mais rapido mas chamou um pouco a atenção.
Quando as amigas perguntaram por que ela estava se mexendo a ela disfarçou e disse que o telefone dela tava vibrando mas não conseguia pegar.
Pouco depois o trem parou na primeira estação e ela ficou sem se mover enquanto algumas pessoas forçavam passagem para descer.
O trem voltou a andar ela e as amigas voltaram a conversar mas ela voltou a esfregar seu corpo no meu.
Eu pensei que minha alegria ia acabar ali.
De repente comecei a sentir os dedos dela me massageando.
Primeiro devagar, como se procurassem pelo meu pau.
Depois o toque se tornou mais firme e mais rápido, me excitando cada vez mais, até eu ficar completamente duro.
Quando percebeu que eu já estava no ponto, abriu cuidadosamente meu zíper e enfiou a mão por dentro da minha calça para brincar com mais liberdade
Resolvi retribuir.
Enfiei minha mão por baixo da saia dela.
Senti aquela pele lisinha da coxa e fui subindo.
Apesar de ter meus movimentos limitados pela lotação do vagão, eu pude ir tranquilamente até o tesouro escondido sob suas roupas.
Ela parecia ter planejado aquele momento pois nem de calcinha estava.
Comecei a passar meus dedos nela bem devagas, da mesma forma que ela fez comigo.
Eu mal havia começado e já sentia meus dedos molhados.
Ficamos assim por pouco tempo porque a próxima estação estava perto e era onde ela costumava descer com as amigas.
Na hora que a porta abriu ela me segurou com força e se dispediu das amigas usando a mão que estava livre dizendo que tinha um compromisso.
Depois daquela parada, apesar de ainda ter muita gente no trem, já era possível se mover com mais liberdade.
Depois que a porta fechou ela se virou e perguntou se a próxima estação iria demorar a chegar.
Respondi que demoraria pelo menos 20 minutos por que tinha algumas reformas.
Depois de ouvir minha resposta ela voltou a dar as costas pra mim.
Ela parou de me masturbar.
Levantou um pouco a saia e começou a esfregar meu pau nela.
Ia para cima e para baixo, como se estivesse usando um pincel para espalhar os fluidos que nasciam de sua excitação.
Enquanto ela fazia isso eu me arrisquei a enfiar minha mão por baixo de sua camisa por que estava louco de vontade de apertar seus seios.
Quando eu senti que já estava tudo bem lubrificado apertei com mais força.
Ela entendeu o recado, empinou a bunda levemente e me deixou penetra-la.
Eu nunca vou esquecer o calor de seu corpo e a emoção do perigo daquele momento.
Ela começou a rebolar pra mim. Cada vez mais forte.
Eu também me movimentava para frente e para trás.
O trem deu uma parada por causa de problemas técnicos.
Eu aproveitei esse momento pra realizar mais um desejo.
Cheguei perto do ouvido dela e pedi pra comer o rabo dela.
Na hora ela atendeu meu pedido e me deixou entrar.
Apesar de eu ter sido muito gentil, ela não foi capaz de conter um doce gemido de prazer.
Ela tentou disfarçar mas a essa hora já haviam algumas pessoas filmando e fotografando nossa brincadeira.
Olhamos em volta e depois para nós.
Eu perguntei:
-Quer continuar com o show?
E ela respondeu que sim.
Levantou a saia como se não houvesse ninguém ao redor, agarrou os próprios seios por cima das minahs mãos e pediu para eu meter com mais força.
Fiz isso com todo prazer.
Antes do trem começar a se mover eu já sentia que ia gozar e falei isso pra ela.
No momento que ouviu isso ela se ajoelhou e começou a me chupar.
Ela estava com sede e queria que eu desse algo pra ela beber.
Não pude negar seu desejo.
Ela me chupava e me lambia com tanto gosto que em poucos minutos eu enchi a boca dela com meu caldo branco.
Ela sugou tudo mas, antes de engolir, fez questão de mostrar e posar para todos que tinham algum tipo de camera na mao.
Ela disse que desceria na próxima estação, escreveu algo num pedaço e ficou segurando até a porta abrir.
Quando eu tentei descer do trem ela me beijou, um beijou tão demorado que o alarme do trem começou a tocar.
Nesse momento ela me entregou o papel e saiu, a porta se fechou e enem fui capaz de ver ela indo embora porque aquela era a estação que mais pessoas saiam.
Olhei então o papel pensando que encontraria nele um telefone ou endereço mas tudo que estava escrito era:
“Até amanha, bjos"